Lina, com quase 3 anos, entrando no túnel em uma viagem de carro:
– Papai, cadê o lá fora?
E, já experiente, narrando suas percepções:
– Tá escurooooo…. agora tá esclaroooooo!
Lina, com quase 3 anos, entrando no túnel em uma viagem de carro:
– Papai, cadê o lá fora?
E, já experiente, narrando suas percepções:
– Tá escurooooo…. agora tá esclaroooooo!
Jéssica, que já passou um pouquinho dos trinta anos, teve um diálogo bem interessante com uma das crianças de seis anos do Instituto onde trabalha:
– Oi! Tudo bem.
– Você sabe o que uma psicóloga faz?
– Não…
– Eu ajudo as pessoas. Posso ajudar a resolver problemas, por exemplo. Você tem algum?
– Sim! Eu não consigo passar de fase no meu jogo… Você me ajuda?
A Eva, filha da Tathi, tem quase dois anos e ama desenhos animados. Já viu quase todos os clássicos da Walt Disney e agora está vidrada no Pinóquio.
– Para, búfalo! Vem aqui, sua porquinha!
É assim que o Gael, de 3 anos, fã de Kiriku e Peppa conversa com sua mãe ultimamente 😉
Felipe tem 10 anos e é um garoto super esperto, que mora com a mãe, Giuliana, e com a avó, D. Vilma. Um dia, Giuliana, estava com uma dorzinha de cabeça e pediu para a mãe olhar o que parecia ser um inchaço.
Após um exame rápido, D. Vilma diz:
– Você precisa ir ao médico olhar isto.
– Sim, mas em qual médico eu vou? – pergunta Giuliana.
E antes de deixar a avó responder, Felipe interfere:
– Ao Cerebrologista, ué!?
Quando a bisavó do Miguel morreu, ele tinha 3 anos e meio e quis entender melhor tudo o que estava acontecendo conversando com seus pais:
– Por que vocês enterraram a minha bisavó na areia?
– Porque ela morreu, filho.
– E por que ela morreu?
– Porque estava velhinha
– E por que ela tava velhinha?
– Porque nasceu faz tempo.
– E por que ela nasceu?
Diante dos intermináveis porquês, a mãe do Miguel resolveu devolver a pergunta:
– Por que você nasceu, Miguel?
E, animado, ele responde:
– Pá bincá, pá durmi, pá acordá quando tiver de dia!
…………………..
E, já com 4 anos, ele retomou com os pais a conversa sobre a morte e o morrer…
– Todo mundo no mundo inteiro vai morrer, mãe?
– Sim, filho, quando fica velhinho, todo mundo morre.
– Todo mundo mesmo?
– Todo mundo.
– Ahhhh, mas eu sei de uma pessoa que nunca vai morrer.
Nesta hora, a mãe do Miguel pensou que ele iria dizer ele mesmo, ou ela, mas ele logo completou:
– O Papai Noel!
A mãe do Marcos, de quase quatro anos, trabalhou bastante nas últimas semanas. Quando chegou em casa, depois de uma viagem à Brasília e muitas conquistas importantes, o pequeno pulou no seu colo, deu-lhe um gostoso abraço e, quando colocou as duas mãozinhas no rosto da mãe, se emocionou. Quando ele percebeu que estava chorando, logo disse:
– Mamãe, tô chorando de rindo!
(imagem: mamaesdeplantao.blogspot.com)