Miguel, ainda com 3 anos, ouvindo seu pai contar histórias:
– Miguel, você sabe o que é oposto?
– Ah! Claro! O posto de gasolina!
Guile, com 3 anos e 9 meses, estava curtindo ver fotos antigas.
– Guile, você sabe quem está dentro da minha barriga nessa foto? – pergunta sua mãe.
– Não. – responde o pequeno.
– Você, o Guile!
– Mãe, você me comeu??
A Eva, filha da Tathi, tem quase dois anos e ama desenhos animados. Já viu quase todos os clássicos da Walt Disney e agora está vidrada no Pinóquio.
Theo, ainda com 4 anos e 8 meses, indo para a escola com o pai:
– Pai, você tem um dinheiro para eu comprar uma pipoquinha?
– Ixi, filho, não… só tenho cartão. – responde o pai após abrir a carteira.
– Ah, tudo bem. – responde o rapazinho em um dia calmo.
Mas o pai aproveita para tentar iniciar a “educação financeira” do rebento:
– Você sabe a diferença entre dinheiro e cartão, Theo?
E ele responde “de bate-pronto”:
– Claro, né? Dinheiro é mole, e cartão é duro!
Catarina (4 anos) conversando com o primo Caio:
– Caio, Caio, Caio, Caio! Vamos brincar de “meus olhinhos estão vendo”?
– Como é?
(Ela explica que teria que dizer a cor de algo que estava vendo e ele teria que adivinhar o que era)
– Beleza, vamos brincar. Pode começar, Catarina.
Alguns segundos depois…
– Meus olhinhos estão vendo uma coisa laranja!
Dez tentativas depois…
– Desisto, Catarina! Diz pra mim o que é…
– Teu dente!
imagem: pixabay
(história enviada por Caio)
Ian (2 anos e 5 meses) no sábado:
– Mamãe, eu tô ficando gande, poque eu vô apendê a fazê cocô no piLico!
– Sim, meu amor! – diz a mãe empolgadíssima já pensando em acender uma vela p/ Nossa Senhora do desfralde natural…
Ian no domingo:
– Vô fazê cocô…
– Oba, filho! Vamos pro penico?!
– Não, mamãe – e fazendo carinho no rosto da mãe, completa – eu não sou gande não, eu quelo fazê na faldinha, tá bom?

(E la vamos nós com dois passos p/ frente, um p/ trás, muitas fraldas mas também muita fofurice 🙂 )
Theo, ainda com 4 anos e 3 meses, gostou de ver o pai comprando aplicativos pela internet e entendeu, do jeito dele, como funciona uma loja virtual, com downloads etc.
Depois de “maquinar” bastante, ele quis explicar suas novas ideias acerca desse tema:
– Sabe, mãe, a barriga da mãe é uma loja onde a gente compra os bebês… (pausa)… Mas só as barrigas de mamães que têm os bebês, entendeu?
Carla, com 3 anos e pouco, sempre foi muito comportadinha, bem educada e também atenta a novas palavras e atitudes.
Certo dia, em um jantar com muitos membros da família, ela viu seu pai espremer um limão na salada e tentou fazer o mesmo. Mas o limão que Carla pegou estava seco e, então, ela pediu:
– Mamãe, pecisa de oto limão.
– Por que filha?
– Poque esse aqui fudeu.