Lina, com quase 4 anos, fez uma proposta bem interessante para seu pai:
– Papai, vamos brincar que você é meu pai e eu sou sua filha?
E outra para sua mãe:
– Mamãe, outro dia vamos pra todos os lugares do mundo?
Lina, com quase 4 anos, fez uma proposta bem interessante para seu pai:
– Papai, vamos brincar que você é meu pai e eu sou sua filha?
E outra para sua mãe:
– Mamãe, outro dia vamos pra todos os lugares do mundo?
Theo, com 4 anos e meio, mexendo no pé da avó, que tem Joanete e alguns calos:
– Ihhh, Vó, seu pé não deu certo, hein?
A Olívia, com dois anos, queria entender o que é trabalhar. Durante a explicação, seus pais disseram que um dia, quando estiver grande, ela provavelmente vai querer trabalhar também.
Depois de pensar quietinha por um tempo, ela olhou para uma enorme torre de telefonia que fica perto da casa (e que até então seus pais achavam horrenda) e disse, com imensa alegria:
– Ah, eu vou trabalhar ali, na torre de botões!
Bruna, com 3 anos e planejando sua vida acadêmica:
– Quando eu crescer, eu vou pra sala da tia Vivi… Quando eu ficar bem grande, aí eu vou pra escola da mamãe… E quando eu crescer mais, mais, bem grande, eu vou pra escola do papai.
Que língua do “P”, que nada! O negócio agora é a língua do “L”:
Julia, quando tinha 3 anos e pisou na lama sem querer:
– Ai, que Lojo!!!
Pedro, também com 3 anos e tentando abrir uma tampa:
– Ai, que difícil esse Logócio!!
Olívia, com três anos e meio, deliciando-se com um cacho de uvas sem caroço:
– Mamãe, eu gosto dessa uva, ela não tem osso…
Jéssica, que já passou um pouquinho dos trinta anos, teve um diálogo bem interessante com uma das crianças de seis anos do Instituto onde trabalha:
– Oi! Tudo bem.
– Você sabe o que uma psicóloga faz?
– Não…
– Eu ajudo as pessoas. Posso ajudar a resolver problemas, por exemplo. Você tem algum?
– Sim! Eu não consigo passar de fase no meu jogo… Você me ajuda?
Theo, com 4 anos e 8 meses, resumindo a História do Brasil:
– Sabe, antes no Brasil só tinha os índios, aí vieram os porCugueses e pegaram a terra dos índios.
– É? – pergunta sua mãe, sem querer atrapalhar o raciocínio.
– É, mas, sabe, os porCugueses não sabiam onde era o Brasil, eles tavam tentando chegar na China e erraram o caminho… (e começa a rir sozinho)… ai, que perdidos!
A Martina, de 2 anos, ganhou uma fantasia de uma amiga e, assim que chegou em casa, vestiu e saiu pulando, rodando e cantando pela sala.
Sua mãe, ao ver tanta animação, pergunta:
– Nossa filha, o que será que tem nessa roupa para você ficar assim?
E ela, pulando e rodando mais ainda, responde:
– Ai, mamãe, é que meus sapatos são titantes e esse vestido, você não acredita, é rodante!!!!