Guile, com 3 anos e 9 meses, estava curtindo ver fotos antigas.
– Guile, você sabe quem está dentro da minha barriga nessa foto? – pergunta sua mãe.
– Não. – responde o pequeno.
– Você, o Guile!
– Mãe, você me comeu??
Na varanda
Previsão de meteoros
Mussun’s language
Theo, com quatro anos ainda não conhece o Mussum, dos Trapalhões, mas já se tornou um adepto de sua forma de falar:
Com a mãe:
– Tá muito frio, mãe, melhor colocar o capulis!
E com o pai:
– Ô pai, eu vou te ajudar a instalar a prateleira. Pega aqui a buchilis pra colocar o parafuso.
E muito mais!
Aprendizado prático
Bebel, com cinco anos, quase amarrando o cadarço do seu tênis:
– Bebel, você aprendeu a amarrar o sapato? – pergunta seu pai.
– Aprendi sim, mas é que eu não sei fazer ainda, né? – explica a mocinha.
Bolinho de agradecimento
Martina, com 5 anos, já se aventura com a pronúncia de outros idiomas.
Dia desses, voltando da escola com seu caderno, ela mostrou para a mãe, toda orgulhosa:
– Olha, mãe, aprendi que lá no Japão, obrigado é assim: Petit gateau!!!
A cara da mãe
Bebel, com dois anos e pouco, estava no colo de sua mãe, quando uma amiga da família disse:
– Nossa, Bebel, você está a cara da sua mãe!
Mas ela rapidamente corrigiu (apontando para o rosto da mãe):
– Não, não, a cara da minha mãe tá aqui!
Uma escola diferente
A Eva, filha da Tathi, tem quase dois anos e ama desenhos animados. Já viu quase todos os clássicos da Walt Disney e agora está vidrada no Pinóquio.
Dia desses, ela chamou a mãe e falou com a maior convicção:
– Mãe, eu vou para a escola!
Como ainda não tinha comentado nada sobre o tema “escola”, Tathiana estranhou e perguntou:
– Mas com quem você vai para a escola?
E a Eva respondeu com a maior cara de levada:
– Eu vou para a escola com o Pinóquio!
(essa só vai entender quem já leu ou assistiu a história do boneco de madeira que queria ser menino 🙂
Cabelo
A Cris, tia da Lucia, passava por uma daquelas fases em que sentia que precisava mudar tudo e começou, claro, pelo corte de cabelo. Radical, transformou os longos cabelos de bailarina em um corte “joãozinho”.
Alguns dias depois, viajou para a casa da irmã e, como chegou de madrugada, para não acordar os sobrinhos, passou o restinho da noite no sofá da sala.
Quando amanheceu, a Lúcia, com uns 3 anos, acordou e correu para a sala, já anunciando:
– A tia “Quis” chegou! A tia “Quis” chegou!
Tia Cris, então, abriu os olhos e viu que a sobrinha estava passando as mãozinhas no seu cabelo, com uma cara de “solidariedade total”. E antes de conseguir falar bom dia, ela escuta:
– Tia, fecha o olho e dorme que o cabelo cresce de novo…


