Heitor, ainda com dois anos e meio, tomando um lanchinho em um dia frio:
– Filho, você vai comer a banana com luvas? – pergunta sua mãe.
– Não, mamãe, vou comer com a colher. – explica Heitor.
crédito da imagem: arquivo pessoal
No mês passado, percebeu uma bonita relação na fauna que nos rodeia e lançou a ideia:
Tomás tem dois anos e uma vez tomou picadas de uma formiguinha muito chata. Depois de chorar um pouco, brincou com a sua mãe de matar as formigas (imaginárias) que picam.
Na hora do jantar, cheio de frescura:
– Mãe, não coloca comida no meu prato, não. Você deu aquele doce pro Ian e agora sua mão tá com esse cheiro bananesco, eca!
Theo, com quatro anos e um mês, em uma conversa no carro passando por uma praça cheia de cachorros:
– Theo, sabia que o papai já teve uma cadela dessa que se chamava Cocada? – conta sua mãe depois de ver um Husky Siberiano.
– É? Mas onde ela está?
– Ela já morreu – explica o pai.
– Por que os cachorros morrem?
– Porque são animais, como as pessoas, nascem, vivem, morrem, é a vida… – filosofa um pouco a mãe.
– Tudo bem… (pausa reflexiva)… Mas, mãe, como é que começou o planeta Terra?