Theo, com 4 anos e 11 meses, pedindo por um lanchinho:
– Pai, tem aquela bolacha saudável mas não tããão saudável?
Ian, 5 anos, tem dito que quer ser médico e também “biogatário” (não me pergunte onde ele e o pai dele acharam esse nome, mas sei que tem a ver com o fato dele estar apaixonado por gatinhos)… tem falado bastante do que quer fazer quando crescer e tal… ontem ele chegou perguntando:
– Ô mãe, quando a gente pede essa coisa que a gente quer fazer é o coração que faz?
– Como assim, filho? Quando você escolhe o que quer trabalhar?
– É, quando a gente escolhe o que quer trabalhar é o coração que faz ou a gente tem que se preparar?
(mini suspiro da mãe encantada)
– Acho que as duas coisas, filho.
Cauã, com 5 anos e meio, foi ao museu e observou muitas coisas.
(E viva São Sebastião, retratado com flexas no peito)
.Lorena, com quase quatro anos, mostrando-se super descolada na conversa com as primas mais velhas:
– Nossa, que sem loção!
– Ah, tá. Serve pra fazer assim: cof, cof, cof, né?