– Mãe, tem presidente no fundo do mar?
– Não, filha, por quê?
– Porque seria melhor, né, para os tubarões não comerem os peixes.
– Não, filha, por quê?
– Porque seria melhor, né, para os tubarões não comerem os peixes.
Ian (2 anos e 5 meses) no sábado:
– Mamãe, eu tô ficando gande, poque eu vô apendê a fazê cocô no piLico!
– Sim, meu amor! – diz a mãe empolgadíssima já pensando em acender uma vela p/ Nossa Senhora do desfralde natural…
Ian no domingo:
– Vô fazê cocô…
– Oba, filho! Vamos pro penico?!
– Não, mamãe – e fazendo carinho no rosto da mãe, completa – eu não sou gande não, eu quelo fazê na faldinha, tá bom?

(E la vamos nós com dois passos p/ frente, um p/ trás, muitas fraldas mas também muita fofurice 🙂 )
As postagens no blog diminuíram, pois precisei concentrar energia em trabalhos particulares e também na publicação do livro, que atrasou, mas deve ser impresso assim que a ComArte/EDUSP finalizar as revisões.
Mas continuo recebendo as histórias, que podem ser enviadas pelo blog ou por email, ok?
Grata,
Maíra
– Quero ver logo a Manô de barrigão!
E, gritando para o outro lado da rua, onde estava seu pai, pediu:
– Papai, você pode por logo uma sementinha nesse teu bingulin?
Theo, com 4 anos e meio, mexendo no pé da avó, que tem Joanete e alguns calos:
– Ihhh, Vó, seu pé não deu certo, hein?