Corpo briguento

Além de cozinhar, o Miguel também gosta de brincar com seu irmão, Benjamim. Mas, como geralmente acontece nas melhores famílias, as vezes eles se desentendem e precisam explicar para os pais o que aconteceu…

Dia desses, a mãe dos meninos estava arrumando algumas coisas enquanto eles brincavam e, de repente, ouve um choro forte. Quando vê que é o Benjamin quem está chorando, logo quer saber:

– Migue-el, o que aconteceu?

E o Miguel dá a explicação:

– Nada, mamãe… (pausa)… Foi só uma parte do meu corpo que machucou o meu irmão!

(Se ele tivesse conversado com a Sofia, poderia tentar a história do carinho rápido, né?)

É meu?

Marina é a filha caçula de três irmãos. Certa vez, quando ela tinha uns quatro anos e a família toda se arrumava para fazer uma visita, sua mãe pediu:

– Filha, penteia o cabelinho que daqui a pouco vamos à casa do Seu Jaime.
Marina se penteou e ficou bem arrumadinha, mas os irmãos e os pais estavam demorando muito, então, ela resolveu intervir:
– E aí? Mas que horas nós vamos na casa do Meu Jaime?

Alaranjado

Catarina (4 anos) conversando com o primo Caio:

– Caio, Caio, Caio, Caio! Vamos brincar de “meus olhinhos estão vendo”?

– Como é?

(Ela explica que teria que dizer a cor de algo que estava vendo e ele teria que adivinhar o que era)

– Beleza, vamos brincar. Pode começar, Catarina.

Alguns segundos depois…

– Meus olhinhos estão vendo uma coisa laranja!

Dez tentativas depois…

– Desisto, Catarina! Diz pra mim o que é…

– Teu dente!

laranja

imagem: pixabay

(história enviada por Caio)

Sinceridade master

Téo, com 5 anos, foi visitar seu bisavô, que, todo orgulhoso, quis mostrar o quartinho de ferramentas para o bisneto. Durante a visita, o biso perguntou:

– E aí, o que achou, Téo?

E ele respondeu:

– Nossa… quanta coisa velha!

Outro dia, Téo chegou bem na hora da soneca do biso e logo falou:

– Você só nana? Vai trabalhar!

Descoberta na banheira

Rio de Janeiro, aquele calor das músicas da Fernanda Abreu… E o Hugo, com 2 anos e pouco pediu para ficar mais tempo brincando na banheira. 
– Ok – responde qua mãe – mas eu vou lá na sala falar com a tia Cris e já volto.
Da sala, a tia do Hugo ouvia as risadas e o barulho de água sendo espalhada para todos os lados. 
Até que: silêncio… E um grito, com tom de desespero:
– Mamãe, mamãe, mamãe!

A mãe volta correndo e encontra o filho com as pernas levantadas e a mão no traseiro, dizendo:
– Mamãe, mamãe! Costura aqui! Tem um buraco no meu bumbum!

Casamento

Aula de História, 7º anos (ou seja, alunos de cerca de 12 anos). A professora explica:

– Na Idade Média o casamento entre nobres não tinha nada a ver com amor, tinha a ver com interesses políticos, as mulheres não tinham muita escolha, eram obrigadas a se casar com quem seus pais determinassem…

E, em quatro turmas diferentes a reação das meninas foi unânime:
– Mesmo se o cara fosse feio???!!!!