Theo, com 6 anos e meio, conhecendo um livro do Mia Couto:
– Ô mãe, esse livro é todo POISIADO!
Theo, com quatro anos e um mês, em uma conversa no carro passando por uma praça cheia de cachorros:
– Theo, sabia que o papai já teve uma cadela dessa que se chamava Cocada? – conta sua mãe depois de ver um Husky Siberiano.
– É? Mas onde ela está?
– Ela já morreu – explica o pai.
– Por que os cachorros morrem?
– Porque são animais, como as pessoas, nascem, vivem, morrem, é a vida… – filosofa um pouco a mãe.
– Tudo bem… (pausa reflexiva)… Mas, mãe, como é que começou o planeta Terra?
Alice, com toda experiência dos seus 4 anos e a sensibilidade de uma garota esperta:
– Por que a Merida não tem príncipe? É por que ela é corajosa?
Esse post na verdade é um convite para a leitura de um outro post, escrito pelo Alberto Villas. Vale muito a pena, clique aqui!
Theo, ainda com 4 anos e 3 meses, gostou de ver o pai comprando aplicativos pela internet e entendeu, do jeito dele, como funciona uma loja virtual, com downloads etc.
Depois de “maquinar” bastante, ele quis explicar suas novas ideias acerca desse tema:
– Sabe, mãe, a barriga da mãe é uma loja onde a gente compra os bebês… (pausa)… Mas só as barrigas de mamães que têm os bebês, entendeu?
– Nossa, Bebel, você está a cara da sua mãe!
– Não, não, a cara da minha mãe tá aqui!
Olívia indo pela primeira vez ao cabeleireiro:
– Mamãe, por quê eu preciso cortar o cabelo? Ele não tá doendo!