Artur, com 4 anos e pouco, voltando da “balada”.
– Ahã. Tinha um escorregador e outras coisas do gênio.
Artur, com 4 anos e pouco, voltando da “balada”.
– Ah, tá. Serve pra fazer assim: cof, cof, cof, né?
Gael, com 2 anos e 10 meses, sempre observador:
– Olha, mãe, o caminhão de fazê ciumento!
Lina, com três anos e meio, ajudando o papai a fazer sopa:
– É que eu adoro fazer recortagem, eu adoro… recortagem de batatas.
– Não, o que é? – perguntou sua mãe.
– É pacenta! Eu tô deseando uma pacenta!
– Hã, uma PLACENTA?
– É, era casa do imão. Uma pacenta, uma pacentona!
– Meu pai consertou a descarga e agora tá consionando!!!
—-
E o Pedro, com 3 anos, ficou intrigado quando o controle remoto não mudava os canais e reclamou com o pai:
– Dóga, esse contole não fununcia!
—-
(O Victor e o Pedro, precisam conversar com o Lúcio sobre essas coisas que não sanfoniam, né?)