Gael, com 2 anos e 10 meses, sempre observador:
– Olha, mãe, o caminhão de fazê ciumento!
Gael, com 2 anos e 10 meses, sempre observador:
– Olha, mãe, o caminhão de fazê ciumento!
– Papai, olha lá aquela galinha que voa!
Alice, com toda experiência dos seus 4 anos e a sensibilidade de uma garota esperta:
– Por que a Merida não tem príncipe? É por que ela é corajosa?
Ian (2 anos e 5 meses) no sábado:
– Mamãe, eu tô ficando gande, poque eu vô apendê a fazê cocô no piLico!
– Sim, meu amor! – diz a mãe empolgadíssima já pensando em acender uma vela p/ Nossa Senhora do desfralde natural…
Ian no domingo:
– Vô fazê cocô…
– Oba, filho! Vamos pro penico?!
– Não, mamãe – e fazendo carinho no rosto da mãe, completa – eu não sou gande não, eu quelo fazê na faldinha, tá bom?

(E la vamos nós com dois passos p/ frente, um p/ trás, muitas fraldas mas também muita fofurice 🙂 )
Ian (5 anos): … daí eu sonhei que bateu o carro e daí eu acordei com medo!
Theo (8 anos): Ian, mas você disse que conseguia escolher seu sonho, lembra? Por que dessa vez você não escolheu outro sonho?
Ian: Ahhh, Theo, não é toda vez que dá pra escolher o sonho, né? Dessa vez quem escolheu foi o automático!