Alice e sua primeira descoberta relevante dos três anos de idade:
– Mamãe, eu pode riscar o braço todinho, lambe e, ó, fica limpinho. É mágico meu cuspe!
(imagem: gartic.uol.com.br)
Theo, com 3 anos, e suas observações anatômicas e escatológicas:
– Ah, eu já sei para que serve o bulaquinho do nariz?
– Para quê, filho? – pergunta sua mãe
– Para guardar as catotas!
No consultório odontológico, a mãe do Lucas, de 6 anos, pediu para a dentista falar da Fada do Dente durante a consulta:
– Lucas, a tia vai tirar seu dentinho e depois você pode colocar ele embaixo do seu travesseiro. Durante a noite, a Fada do Dente vai pegar o seu dente e deixar 1 Real no lugar.
– Sério, tia?
– Sério, Lucas!
– Tia, todos os meus dentes vão cair?
– Quase todos.
– Eu tenho mil dentes?
– Não…
– Droga! Eu preciso de mil reais pra comprar meu videogame, se eu tinha mil dentes dava…
(história enviada pela Alessandra)
Theo, continuando suas explorações anatômicas:
– Vamos brincar, pai? – convida o mocinho.
– Theo, o papai não pode brincar agora, porque ele tá com o dente sangrando. – explica sua mãe.
(pausa reflexiva)
– Ô mãe, o dente é feito de osso, osso não sangra!
– Tem razão, mas o dente fica na gengiva e a gengiva dele tá sangrando, porque o dentista mexeu lá e saiu sangue.
(nova pausa)
– E onde fica a gengívia? (coloca a mão) Aqui embaixo dos lábio?
Será no dia 26 de maio na Livraria da Vila – Fradique Coutinho, 915. A partir das 18h30.
Nesta primeira edição foram selecionadas 60 historinhas lindamente ilustradas pela artista plástica Julia Borst. Para quem ainda não sabe, o projeto do “Conversas” surgiu no caderno em 2007, foi transformado em Blog em 2010 e selecionado para um livro em parceria com a ComArte/USP em 2011. Demorou mas saiu 🙂 Quero ver todo mundo na livraria!
– Meu pai consertou a descarga e agora tá consionando!!!
—-
E o Pedro, com 3 anos, ficou intrigado quando o controle remoto não mudava os canais e reclamou com o pai:
– Dóga, esse contole não fununcia!
—-
(O Victor e o Pedro, precisam conversar com o Lúcio sobre essas coisas que não sanfoniam, né?)