Guilherme, com três anos, brincando na pracinha…
– Oi! Eu sou a Valentina e você? – diz uma menina que se aproxima para brincar.
– Eu sou o valentão! – responde o rapazinho sem titubear.
(imagem: www.gartic.uol.com.br)
Na hora do jantar, cheio de frescura:
– Mãe, não coloca comida no meu prato, não. Você deu aquele doce pro Ian e agora sua mão tá com esse cheiro bananesco, eca!
Hugo, com 6 anos e após uma longa e profunda reflexão:
– Mãe, eu acho um absurdo o universo ser infinito!
Esse post na verdade é um convite para a leitura de um outro post, escrito pelo Alberto Villas. Vale muito a pena, clique aqui!
Téo, com 3 anos, exercitando a comparação, com uma pitada de prosopopéia (ou personificação, para quem esqueceu das aulas de figuras de linguagem :)…
– O céu não tem asa, mas mesmo assim ele voa. O chão não tem perna nem braço, só tem barriga
Mattias, com 3 anos e 3 meses, aspirando sua independência:
– Mãe, quando eu fizer 8 anos eu vou jogar você fola!