– Eu, mamãe, porque tem outros palavrões que não são simples e são MUUUITO feios.
Com medo da resposta, ainda assim sua mãe perguntou:
– CALABOCA. Calaboca é um palavrão não-simples!
Letícia, com 3 anos e 5 meses, contando para sua mãe como foi o dia na escola:
– Mãe, a Maria Rosa e a Tamar queria me jogar no lixo.
– De verdade filha? Ou elas estavam de brincadeira?
– De verdade mamãe! (Fazendo sim com a cabeça e com os olhos esbugalhados)
– Mas não dá né filha…
E após uma breve reflexão, Letícia concluiu:
– É verdade… presisa amassar, fazer uma bolinha e depois me jogar, né?
Clara com 2 anos e pouco, explorando sua propria orelha…
– Mamãe, minha orelha quebrou!
– Ah filhota, é só o buraquinho da orelha, todo mundo tem.
– Não, filha, por quê?
– Porque seria melhor, né, para os tubarões não comerem os peixes.
Sabe aquele negócio de prender o cabelo que é mais elegante do que o elástico?
A Sophia, quando tinha uns 3 anos, quase arrumou uma briga na escola por causa deste adereço…
Sophia: – Me dá minha Pivelinha!
Amiga da Sophia: – Aaai, não é Pivelinha, é Prrivelinha!!
Sophia: – Não! É Piiiivelinha! Me dá!!!
Amiga da Sophia: – Tó! Mas não é Pivelinha, é Prrivelinha!!!
Finalmente o pai da Sophia chegou para salvar a pobre fivela que quase quebrou no meio da disputa…
– Para, búfalo! Vem aqui, sua porquinha!
É assim que o Gael, de 3 anos, fã de Kiriku e Peppa conversa com sua mãe ultimamente 😉
Téo, com 3 anos, exercitando a comparação, com uma pitada de prosopopéia (ou personificação, para quem esqueceu das aulas de figuras de linguagem :)…
– O céu não tem asa, mas mesmo assim ele voa. O chão não tem perna nem braço, só tem barriga
Juju, com três anos, observando galinhas:
– Mamãe, galinha tem bumbum?
– Sim. – responde sua mãe.
– Pra quê?
– Huumm… pra fazer cocô ?! (risos)
– Ahhhh, então, a mamãe galona deve segurar a mão da galinha quando ela vai fazer cocô, que nem você segura a minha, né?