Diversas do Theo 2

Entre seus 2 anos e meio e 3 anos, Theo continua contribuindo com o blog…

Diálogo de fim de domingo
Theo: O papai é “gandi”.
Eu: E o Theo?
Theo: O Tetéo é “pitinininho”.
Eu: E a mamãe?
Theo: A mamãe é “divagarzinha”.

Contagem
Theo: dezessete, dezeoito, dezenove, dezedéizzzz!
Na hora de dormir
Diálogo entre pai e filho, passada a hora de dormir:
– Filho, a mãe disse que você precisa aprender a dormir sozinho.

(ele pensa)
– Não, pai. Eu não peciso apendê a domi sozinho, não. Eu sou quiança. Quando eu ficá adulto, aí eu apendo.
– E o que mais você vai fazer quando ficar adulto, filho?
– Quando eu ficá adulto, eu vou tomá tota-tola, toma cevêza… Aí eu dumo sozinho, tá bom?
Na hora de acordar
6:20h da manhã:
– Papai, tô com fome di tainho… (tradução: de carinho)

Depois de aprontar

Voltando para casa, depois de fazer birra:
– Mamãe, você me “tiama”?

(E tem como não amar esse figurinha?)

 Em um dia “insuportááável”, passando de todos os limites. A mãe, grávida de 6 meses, “explode” e segue a conversa:
– Chega, Theo!
– Não!
– Chega!! Minha paciência acabou!
– Não “acabô”, não. Sua paciência tá “dentlo” da sua barriga com o Ian!!
(Sutil, hã? Freud explica?!)
Querendo colo
Theo adora ser carregado no colo, ou montar no pescoço do pai. E, com 3 anos, já está ficando pesadinho. Diálogo sobre isso, subindo a Rua Germaine Burchard:
– Filho, anda um pouquinho. Tá pesado, o pai não aguenta mais te carregar.
– Não, pai. (pensa um pouco) Você é velhinho, mas ainda “aguenta eu”…

Sangue e ossos

Theo, continuando suas explorações anatômicas:

– Vamos brincar, pai? – convida o mocinho.

– Theo, o papai não pode brincar agora, porque ele tá com o dente sangrando. – explica sua mãe.

(pausa reflexiva)

– Ô mãe, o dente é feito de osso, osso não sangra!

– Tem razão, mas o dente fica na gengiva e a gengiva dele tá sangrando, porque o dentista mexeu lá e saiu sangue.

(nova pausa)

– E onde fica a gengívia? (coloca a mão) Aqui embaixo dos lábio?

Pedágio para viagens





Gael V., com 3 anos, iniciando seu planejamento financeiro:

– Mamãe, vamos pegar o avião para ver a Vale e o Nei? (em Florianópolis).

– Gael, primeiro eu preciso juntar dinheiro para a gente ir. – explica sua mãe.


– Eu tenho dinheiro, mamãe! Eu tenho um pedágio, meu dinheiro tá lá. – responde o mini economista.

Cuidado

Alice, com 1 ano e 7 meses, já falava frases e não estava gostando de ficar sem atenção sentada na cadeirinha do carro. Seus pais estavam conversando, virados para frente quando escutam:

– Cuidado papai, cuidado papai…

Na hora, o pai de Alice olha rápido para trás e pergunta:

– O que foi, filha?

E ela responde, com cara de sapeca:

– Olha “pá” “fente”!

Protetores


João, com 8 anos, participou do campeonato de Taekwondo e contou para sua avó tudo o que aprendeu, inclusive como são as regras e tudo mais. 

Depois de ouvir que ele tinha usado protetor bucal sua avó arriscou uma pergunta inocente:

– E você usou protetor de sexo pra não machucar também?

E, então, João ficou bem sério e teve que explicar tintim por tintim:

– Vovó, que é isso?! Sexo não é órgão, é gênero, feminino e masculino ou transar. O protetor é genital, de pênis ou vagina.