Alice, com 2 anos e 4 meses, não teve medo dos filhotes de tubarão que viu:
– Mamãe! Eu vi os tubarinhos!
Alice, com 2 anos e 4 meses, não teve medo dos filhotes de tubarão que viu:
– Mamãe! Eu vi os tubarinhos!
Lucas, com três anos, conversando com sua mãe:
– Filho, papai comprou um jogo de talheres para você.
– E como joga, mamãe?
Ilana, 6 anos, após uma discussão com a avó:
– Quer saber, você não é mais minha avó!
E a avó, paciente, pergunta:
– Então eu sou o quê agora?
– Você é… (pausa)… Você é minha sogra!
Olívia indo pela primeira vez ao cabeleireiro:
– Mamãe, por quê eu preciso cortar o cabelo? Ele não tá doendo!
Sandra, com 3 anos, já sabia explicar a profissão dos seus pais. Quando perguntavam, ela logo respondia:
– Meu papai e minha mamãe são psicólicos.
(Sua mãe disse que quem adivinhar o que ele quis dizer ganha uma passagem para os anos 80 :).
Téo, com 3 anos, exercitando a comparação, com uma pitada de prosopopéia (ou personificação, para quem esqueceu das aulas de figuras de linguagem :)…
– O céu não tem asa, mas mesmo assim ele voa. O chão não tem perna nem braço, só tem barriga
– Ahhhh! A fada da banana não veio buscar… – responde a pequena, decepcionada.